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Em 24 horas novo golpe do PIS já foi detectado mais de 200 mil vezes


Quarta feira, 23 de janeiro de 2019
Segundo laboratório especializado em cibersegurança, ameaça vem ganhando escala rapidamente.
Rio - Um golpe que circula no WhatsApp com quatro links que, supostamente, oferecem a possibilidade de o usuário consultar se tem o direito de receber o abono do PIS/Pasep já registrou mais de 200 mil detecções nas últimas 24h. Ele foi identificado pelo dfndr lab, laboratório da PSafe especializado em cibersegurança. As mensagens começaram a circular pelo aplicativo de mensagens depois que o 7º lote do abono foi liberado.
A ação do cibercriminoso é similar a uma realizada no ano passado e que alcançou 3,2 milhões de detecções em poucos dias. Ao clicar em um dos links, o usuário acessa uma página na qual há um texto informando que a Caixa Econômica estaria liberando "PIS salarial para quem trabalhou entre 2005 à 2018 no valor de R$ 1.223,20". Logo abaixo, ele é incentivado a responder às seguintes perguntas: "Você trabalho com carteira assinada entre 2005 a 2018?"; "Vocês está registrado atualmente?"; "Possui cartão cidadão para realizar o saque do benefício?".
Independentemente das respostas, o usuário é direcionado a uma página na internet, onde é incentivado a compartilhar com 30 amigos ou grupos do WhatsApp.
“Esse golpe se aproveita de um tema muito importante para milhões de brasileiros e por isso o número de pessoas atingidas tende a ser cada vez maior. É justamente por esse potencial de volume de acessos que o cibercriminoso direciona todos os que caem no golpe para uma página criada por ele na qual gera ganhos financeiros ilegalmente por meio de publicidade. Contudo, o maior prejuízo é a desinformação de milhões de pessoas que precisam desse benefício e podem ser diretamente prejudicadas”, comenta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.
Para não cair em ameaças como essa, o especialista afirma ainda que é fundamental adotar medidas de segurança, como sempre checar se o link é verdadeiro ou não, o que pode ser feito pelo site www.psafe.com/dfndr-lab/pt-br, e utilizar soluções de segurança que disponibilizam a função anti-phishing, como o dfndr security.

O Dia 
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