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Mãe muda versão após prisão de padrasto e diz que criança foi morta por cabrito



Sábado, 11 de agosto de 2018

Menino de 1 ano e oito meses morreu em Queimadas, no Agreste paraibano, e padrasto foi preso suspeito do crime.

De acordo com a mãe, Amanda Serafim de Oliveira, no laudo médico de Davi Luca consta que a morte da criança foi devido à pancada, por isso ela reafirma que o filho morreu após ter sido atingido por uma cabeçada do animal no dia 4 de agosto.

Ainda segundo Amanda, durante um segundo depoimento dela na Delegacia, a polícia insistiu para que ela contasse uma outra versão da história. “Insistiram para que eu falasse algo que eu não vi”, diz a mulher.

Segundo a polícia, o padrasto da criança, Márcio José Silva Tavares, de 30 anos, foi preso na sexta-feira (10) quando se preparava para fugir da Paraíba. O homem foi detido após a mulher revelar à polícia que estava sendo ameaçada por ele, para que ela não contasse sobre o crime à polícia.

Na segunda versão da mãe, em depoimento à polícia, ela contou que o filho estava chorando muito e que tentou acalentar a criança, mas não conseguiu. Em seguida, o padrasto arremessou Davi ao chão e começou a chutá-lo.

O delegado responsável pelo caso, Cristiano Santana, informou que a participação da mãe no crime também está sendo investigada, pois em um primeiro depoimento, a mulher teria tentado omitir e encobrir a atitude ilícita do companheiro.

Criança morreu no dia 5 de agosto

No último domingo (5), Davi Luca morreu após ser levado ao Hospital Geral de Queimadas por ter sido atingido com pancadas na cabeça. A mãe da criança contou que o filho teria levado uma cabeçada de um cabrito perto da casa onde morava, no Sítio Capoeira.

O médico legista Carlos Alberto viu que o baço da criança estava estourado e que a lesão só seria provocada por pancadas muito fortes, que levariam a criança à morte rapidamente.

Após o relato de ameaça dado pela mãe à polícia, o padrasto de Davi Luca foi preso. Segundo o delegado Cristiano Santana, responsável pelo caso, Márcio não tinha passagem pela polícia. Ele foi encaminhado para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde aguarda pela audiência de custódia.


Redação G1 PB
Foto reprodução G1 PB

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