Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Prefeito, vice e ex-prefeito de cidade da PB são denunciados por nepotismo



Segunda feira, 14 de maio de 2018

O prefeito, Divaldo Dantas; o vice, Herculano Pereira Sobrinho; e o ex-prefeito Audiberg Alves de Carvalho, todos de Itaporanga, no Sertão paraibano, foram denunciados pela Promotoria de Justiça do município por improbidade administrativa, pela prática de nepotismo. A ação civil pública também pede a exoneração imediata de todos os ocupantes de cargos comissionados que sejam parentes do prefeito, de outros ocupantes de cargos comissionados ou funções de confiança.

O G1 entrou em contato com a Prefeitura de Itaporanga, mas até as 14h20 desta segunda-feira (14), as ligações não foram atendidas. O G1 também não conseguiu falar com o ex-prefeito, Audiberg Alves de Carvalho.

Segundo a ação, Divaldo Dantas nomeou dois parentes seus, o genro e uma sobrinha, para ocuparem cargos de direção, chefia e assessoramento, além de três pessoas da mesma família para cargos comissionados. O prefeito também teria nomeado a filha do vice-prefeito para exercer o cargo comissionado de chefe de setor.

Já o ex-prefeito, Audiberg Alves, apesar de não ter sido a autoridade nomeante, teria tido atuação decisiva para a nomeação de sua filha como chefe de setor, em março de 2017. De acordo com a promotoria, ficou comprovado que ele realizou duas nomeações, a própria irmã para um cargo comissionado e um parente da então secretária de Administração para exercer cargo comissionado na Secretaria de Educação.

Conforme informou o promotor do Ministério Público da Paraíba (MPPB) Reynaldo Di Lorenzo Serpa, durante um inquérito civil público instaurado na Promotoria, foram apuradas informações junto ao Sistema Sagres do Tribunal de Contas do Estado e ouvidas várias pessoas ocupantes de cargos comissionados da Prefeitura de Itaporanga, nas duas últimas gestões.

Na ação, o promotor ainda afirmou que os fatos são de “notória gravidade” e que “a nomeação indiscriminada de parentes no âmbito do Poder Executivo da Edilidade em tela tornou-se critério preponderante na escolha dos ocupantes de cargos em comissão, de confiança e de funções gratificadas”.

A ação pede a condenação por ato de improbidade administrativa, com perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

G1 PB
Foto ilustrativa da internet

Veja mais notícias no www.saovicenteagora.com.br curta o Facebook AQUI siga o Twitter AQUI o canal do You Tube AQUI do São Vicente Agora e fique atualizado com as principais notícias do dia. Você também pode falar com a redação através do WhatsApp (83) 9 8105 2934


    Comente pelo Blogger
    Comente pelo Facebook

0 comentários:

Postar um comentário