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Com evasão no ensino médio de 12%, PB tem a 3ª maior taxa de repetência nos anos finais do país


A taxa de repetência nos anos finais nas escolas públicas da Paraíba atingiu 15% entre os anos de 2014 e 2015, deixando o Estado, ao lado do Mato Grosso do Sul, no preocupante 3º lugar no ranking nacional. Quando se trata dos anos iniciais, os dados revelam que, na Paraíba, 10% repetem o ano e no Ensino Médio, a taxa chega a 11%. Os índices colocam a educação paraibana em 4º e 6º lugares respectivamente em termos de Brasil. Comente no fim da matéria.

Para o vice-diretor do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Swamy Soares, dois indicativos podem estar relacionados diretamente com o dado alto de repetência: excesso de conteúdo e formação de professores. “Docentes sem formação adequada para determinadas disciplinas e organização curricular excessiva, especialmente nos anos finais e no Ensino Médio, podem contribuir para esse índice tão alto, mas o lado positivo é que são indicativos que podem ser melhorados”, destaca.

Mal em outros quesitos. O estudo avalia ainda promoção (aprovação para outra série), evasão escolar e migração do ensino regular para a educação de jovens e adultos (EJA).

Quando se trata de promoção, a Paraíba segue com índices positivos, mas, mesmo assim, ocupando as últimas posições em relação ao território nacional: 86% nos anos iniciais, ficando em 22º lugar na federação; 73% nos anos finais, ocupando a 24ª colocação e 71% no ensino médio, na 21ª posição.

No quesito evasão escolar, o Estado segue uma tendência nacional e o índice mais expressivo é no ensino médio, com 12% de abandono. As séries mais atingidas são a 1ª e 2ª séries do Ensino Médio. De acordo com o Inep, os números de evasão e migração do ensino regular para a educação de jovens e adultos (EJA) são inéditos. A evasão é maior nas escolas rurais, em todas as etapas de ensino.

A migração para a EJA é mais expressiva ao final do ensino fundamental. Na Paraíba, 12% deixam a sala de aula no Ensino Médio e 8% evadem entre o 7º e 8º anos.

É a primeira vez que um estudo completo de fluxo escolar na educação básica é apresentado no Brasil. De acordo com o Inep, “os números inéditos representam um grande avanço no monitoramento da educação e na condução das políticas públicas e só são possíveis a partir da metodologia de coleta de dados individualizados, adotada pelo Censo Escolar desde 2007, e que permitiram um acompanhamento do estudante ao longo de sua trajetória escola”.


Correio da Paraíba
Foto reprodução Correio da Paraíba


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