quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Hospital afirma que criança que passou mal após tomar suco em escola, está fora de perigo

 Duas vítimas foram levadas para o Hospital de Trauma de Campina Grande (Foto: Reprodução/TV Paraíba)
G1 PB
Foto: Reprodução/TV Paraíba


Estado de saúde da criança é estável, segundo Hospital de Trauma.

Criança pode receber alta médica ainda esta semana, em Campina Grande - PB.

O menino de 7 anos que passou mal e teve crises convulsivas depois de tomar um suco de cajá industrializado não corre mais risco de morte e já consegue respirar, se alimentar e conversar normalmente. Segundo o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, depois de deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), nesta segunda-feira (24), a criança teve uma grande melhora e deve receber alta médica ainda essa semana.

Segundo as informações confirmadas pelos Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox), no início da noite desta terça-feira (25), o menino tem estado de saúde estável e permanece em observação na enfermaria. Ainda acordo com o Ceatox, o resultado do exame de sangue que vai confirmar o motivo da intoxicação deve ser divulgado nesta quarta-feira (26).

A suspeita dos médicos é de que a entoxicação tenha ocorrido depois que a criança bebeu um suco de cajá industrializado, enquanto estava lanchando em uma escola particular do município de Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba. O menino relatou que sentiu um gosto ruim no suco e logo após se sentiu mal. A criança chegou a ficar sedada e a precisar da ajuda de aparelhos para respirar.

Suspensão das vendas

Agência de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa) determinou nesta terça-feira (25) a suspensão da venda de um lote de suco de cajá industrializado, que o menino de 7 anos tomou antes de sofrer crises convulsivas, em todo o estado.

A medida de retirada do produto do mercado, segundo a diretora-geral da Agevisa-PB, engenheira de Alimentos Glaciane Mendes, tem caráter de interesse sanitário. De acordo com a Agevisa, a orientação foi repassada a todas as Vigilâncias Sanitárias municipais para que retirem o produto do mercado, pelo menos, até tudo seja apurado.

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