terça-feira, 16 de agosto de 2016

Especialistas dizem que sua fala pode dizer muito sobre você

Na Telinha
Foto reprodução Na Telinha


Fina, grossa, imponderada ou trêmula. Você já parou para pensar a respeito da sua fala? De acordo com especialistas, ela pode dizer muito sobre aspectos da nossa personalidade.

Isso porque qualquer emissão humana, desde uma exclamação, grito ou suspiro, traz com ela informações a respeito de quem transmite a mensagem. Em 1934, Karl Bühler, famoso pesquisador alemão (Karl Bühler), enumerou três principais funções da nossa fala:

- Função de representação: a voz comunica algo, seu uso está relacionado ao conteúdo da mensagem verbal;

- Função de expressão: a voz revela alguma coisa do falante como sua idade, nível sócio-econômico-cultural ou estado emocional, dentre outros;

- Função de apelo: a voz deseja e provoca uma reação no ouvinte. Isso significa ter sempre uma intenção, na maioria das vezes inconsciente, no tipo de voz que se utiliza durante o discurso.

O que um simples “ai” pode dizer

Quando ouvimos uma pessoa dizer “ai”, a primeira impressão que passa é a de que ela está sentindo dor, provocada por uma queda, uma pisada no pé, um esbarrão ou apenas uma topada na quina da mesa. No entanto, para profissionais, o grito estimula mais de uma impressão em quem ouve. Confira!

- Alguém está com dor (representação);

- O emissor é do sexo feminino, provavelmente jovem (expressão);

- O receptor sente pena do emissor (apelo).

Sendo assim, os especialistas explicam que a voz nada mais é do que o veículo de nossa inter-relação, de comunicação. Ou seja, um meio utilizado por nós para atingir o outro de alguma forma.

Além disso, a voz é também considerada o "tato à distância". Por conta disso, enquanto determinadas vozes nos tocam profundamente, outras não. Isso faz com que a mensagem expressada tenha um significado especial.

Já identificar uma pessoa pela sua voz é apontado como uma rotina diária.

Para profissionais, quando falamos com um desconhecido pelo telefone é muito comum projetarmos a “suposta” imagem do interlocutor em nossa mente.

Além de atributos simples como o sexo, a idade e procedência, este processo nos faz projetar também tipo físico e expressões faciais do emissor. Isso explicaria o porquê de nos surpreendemos quando descobrimos uma mulher com fala infantil ou um homem com uma entonação mais fina.

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