sábado, 14 de maio de 2016

Pesquisadores afirmam que Nordeste terá grande volume de chuvas que vai modificar a geografia da região

Pesquisadores da USP explicam por que deverá chover mais no NE 
Portal Correio
Foto reprodução Portal Correio


De acordo com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), ao Correio Online, chuvas torrenciais trarão um volume de água tão grande, a ponto de modificar a geografia nordestina, eliminando espécies e fazendo surgir novas fauna e flora.

 "O Sertão vai virar mar... Dá no coração, o medo que algum dia o mar também vire Sertão". A segunda parte do refrão já aconteceu em várias localidades do Nordeste, onde rios viraram poeira.

A primeira e mais improvável, pode não ser tão improvável assim e se tornar realidade nas próximas décadas, de acordo com a previsão de estudiosos sobre prognósticos do clima a médio e longo prazo.

Após sofrer por várias décadas com a seca, o Nordeste brasileiro pode ir para o outro extremo e sofrer com excesso de chuvas, que começariam em 30 anos, de acordo com as previsões.

Veja mais notícias no www.saovicenteagora.com.br curta o Facebook AQUI  siga o Twitter AQUI o canal do You Tube AQUI do São Vicente Agora e fique atualizado com as principais notícias do dia. Você também pode entrar em contato com a redação através do WhatsApp 9 9347- 4768

De acordo com pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), ao Correio Online, chuvas torrenciais trarão um volume de água tão grande, a ponto de modificar a geografia nordestina, eliminando espécies e fazendo surgir novas fauna e flora.

 O desastre ambiental será provocado pela ação do homem, que resulta em emissão de gases do efeito estufa em altas concentrações e desequilibram o clima no planeta.

 O resultado disso é que as correntes marinhas irão reduzir em até 44% sua intensidade, provocando super aquecimento das águas do Atlântico, nas imediações da região Nordeste, produzindo maior evaporação e formação de chuvas em excesso.

O aquecimento global vai arrefecer as correntes marinhas de duas formas. Uma delas é intensificando as chuvas nas altas latitudes do Atlântico Norte, onde as águas precisam ser mais densas para afundar e retornar ao Sul, realimentando as correntes.

Se chove muito, reduz a salinidade da água e consequentemente sua densidade, dificultado o afundamento. A outra forma é derretendo as calotas de gelo sobre a Groenlândia, liberando água doce e também reduzindo a salinidade da água, exatamente nos sítios de formação das águas profundas, onde as correntes marinhas fazem o retorno”, explicou o professor de Ciências da USP, Cristiano Chiessi, coordenador da pesquisa que estuda os efeitos da redução das correntes marinhas.





Nenhum comentário:

Postar um comentário