sexta-feira, 27 de maio de 2016

Corpo de paraibana é encontrado em sacos dentro da casa do ex-namorado

Portal Correio
Foto reprodução WSCOM


Policiais do Rio de Janeiro informaram ao delegado seccional da Polícia Civil em Patos, Sylvio Rabello, que o corpo da paraibana foi achado enrolado em sacos plásticos e escondido debaixo da cama do suspeito.

O corpo de uma jovem paraibana foi encontrado enrolado em sacos plásticos e coberto por lençóis, na manhã desta sexta-feira (27), na comunidade Morro do Urubu, no Rio de Janeiro. A vítima estava desaparecida há cerca de cinco dias e pode ter sido morta pelo ex-companheiro, que não aceitava o término do relacionamento

De acordo com o delegado seccional da Polícia Civil em Patos, Sylvio Rabello, a vítima do crime foi Tayza Salustiano, natural de São José do Sabugi, município do Sertão paraibano, a 288 km de João Pessoa, e a morte dela foi confirmada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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“Mantivemos contato com a Polícia Civil do Rio, que faz as investigações, e eles nos confirmaram que a jovem foi achada morta, embaixo da cama da casa do ex-companheiro. O corpo estava enrolado em sacos plásticos e coberto com lençóis. Os policiais acreditam que o crime é passional, já que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento com a vítima”, disse o delegado, baseado nas informações da polícia carioca. Ainda segundo Sylvio Rabello, a jovem tinha um filho, possivelmente com o suspeito do crime.

“Ela já morava no Rio de Janeiro há algum tempo e a polícia de lá nos contou que ela tinha um filho, mas não confirmou se o suspeito é pai da criança. Estamos mantendo contato com os policiais cariocas até para deixar a família da vítima, que mora na Paraíba, informada sobre quando o corpo da jovem vai ser liberado”, disse o delegado.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro também confirmou ao delegado Sylvio Rabello que, dias antes da descoberta do corpo, o suspeito procurou uma delegacia para prestar queixa do desaparecimento da paraibana. Após isso, o suspeito fugiu do local onde morava e passou a ser considerado foragido.







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