quarta-feira, 20 de abril de 2016

12 mortes na PB podem ter relação com a síndrome respiratória; veja como se proteger

SRAG integra uma gama de doenças que levam ao internamento, entre elas, a influenza 
Portal Correio
Foto: Osnei Restio


Doença está relacionada a várias outras ligadas à gripe, pneumonia e ao vírus H1N1; veja abaixo como se proteger.

Até o dia 16 de abril, foram notificados 38 casos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Desses, 10,5% (4) foram descartados e 31,6 % (12) óbitos seguem em investigação para influenza (Puxinanã - 1, Camalaú - 1, Campina grande – 2, Condado– 1, Jericó – 1, Poço Dantas - 1 e João Pessoa - 5). Dentre os casos notificados, 5,3% (2), foram ocasionados pelo vírus influenza a (H1N1), com 2,6% (01) evoluindo para óbito, e os demais aguardam resultado laboratorial. Veja abaixo como se proteger.

De acordo com a SES, a influenza (gripe) é uma infecção viral que afeta principalmente nariz, garganta, brônquios e, ocasionalmente, os pulmões que pode vir apresentar sintomas de uma gripe leve e/ou levar a um agravamento quadro clínico, e até mesmo ao óbito, cabendo as autoridades de saúde orientar a população e desencadear medidas de prevenção e controle da vigilância epidemiológica da influenza.

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A SRAG integra uma gama de doenças que levam ao internamento, entre elas, a influenza (gripe) e os seus subtipos e as pneumonias. Entre as recomendações para a população em geral, lavar as mãos com água e sabão, especialmente antes das refeições, após tossir ou espirrar; ao tossir ou espirrar, cobrir a boca e o nariz com lenço descartável; não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal e não levar as mãos sujas aos olhos, nariz e boca.

“Historicamente, o vírus da influenza começava a circular, em todo país, no período de maio a agosto, que são os meses mais frios. Este ano de 2016 a circulação começou bem mais cedo, logo no mês de janeiro, e os cientistas estão estudando o motivo dessa mudança”, informou a chefe do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas da SES, Anna Stella Pachá.





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