segunda-feira, 1 de junho de 2015

Procurador critica insegurança na PB e diz que violência beira guerra civil

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Foto ilustrativa da internet



O procurador do Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), Eduardo Varandas, publicou artigo, no Jornal Correio da Paraíba, deste domingo (31), no qual critica a “desordem generalizada da segurança pública no Brasil, em especial na Paraíba, onde, segundo ele, se torna mais grave e revela o lado omisso, inábil e desidioso do Poder Executivo no trato do problema”.

Varandas destaca que a grandes metrópoles brasileiras sofrem há muito tempo com a violência e João Pessoa sempre foi considerada pacata, mas a realidade mudou nos últimos anos. “De uns tempos para cá houve o completo sucateamento da segurança pública, quanto a recursos humanos e condições de trabalho da polícia… Não há policias suficientes para reprimir a criminalidade. Aqueles que estão nas ruas apresentam-se mal remunerados, desmotivados e desnorteados, ou seja, carentes de qualquer plano estratégico de ação conjunta efetiva contra o crime”, diz procurador no artigo.

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“Todos os dias o veículos de comunicação divulgam uma variada gama de delitos que o governador e secretário parecem não ver. Pior, ainda se manifestam, quando raramente o fazem, negando o óbvio e apresentando índices de esquálidos de redução da taxa de homicídios, como se o povo paraibano fosse uma manada de símios”, acrescentou.

O procurador afirma que cotidianamente ocorrem assaltos à luz do dia e homicídios ceifam vidas, mas o governo insiste em assumir a fictícia imagem de eficiência revolucionária que colocou, nos trilhos do desenvolvimento, o combalido estado da Paraíba.

“A verdade é que a segurança pública é o calcanhar de Aquiles do robusto governador paraibano. Já no seu segundo mandato, vê-se que o cenário caminha para o caos, quase uma guerra civil! Não se observa, entrementes, postura proativa da administração estadual. É deplorável!”, sustentou.





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