sábado, 23 de maio de 2015

Homem revela que encontrou alma três vezes, arrancou botija e ajudou espírito a sair do purgatório na PB

Diário do Sertão
Foto reprodução Diário do Sertão



Osvaldo contou que resistiu por duas vezes, mas na terceira resolveu criar coragem e ir em busca do ‘prêmio’ do além.

O agricultor Osvaldo Brasiliano, natural da cidade de Cajazeiras revelou nesta sexta-feira (22), que há uns seis anos atrás viu uma ‘alma’ por três vezes. De acordo com o idoso, a visita foi para lhe dar uma botija (tesouro enterrado), que estava enterrada no sítio Serrote Branco dos Cartaxos.

Segundo o agricultor a alma pediu que ele arrancasse a botija, pois estava sofrendo muito. Osvaldo contou que resistiu por duas vezes, mas na terceira resolveu criar coragem e ir em busca do ‘prêmio’ do além.

Ele revelou que num dia de sexta-feira, após às 06:00 horas da noite se preparou e foi ao local indicado, mas “quase não arrancou porque apareceu marmota de todo jeito, urubu, cachorro, gente atirando pedra. Foi difícil”.

Osvaldo Brasiliano informou que a botija, que estava dentro de um pote era dinheiro, mas as cédulas já estavam estragadas. “Tinha uma pratas, mas não era de ouro”.

De acordo com o agricultor, a alma já havia lhe avisado que não tinha dinheiro, mas precisava que alguém arrancasse o pote para que ela se salvasse. “Ela disse: ‘Jesus me deu permissão para você me ajudar’”.

O cajazeirense informou que levou duas velas bentas, fez um sinal da cruz e retirou o pote do local, e somente depois as coisas se acalmaram. “A alma também estava lá, mas depois sumiu”.

De acordo com o sertanejo, a mesma alma lhe disse que havia outra botija no local, onde estava cheia de ouro, mas não retornou para autorizá-lo a arrancar.

“Ela vem aí corre uma frieza na gente porque temos muito medo de alma. Quem ver uma alma de noite tem medo”. Disse Osvaldo.


O agricultor contou também, que a alma estava no purgatório e a botija enterrada lhe impedia de evoluir. “Quem enterra dinheiro fica penando. Procurei um padre e ele que me ensinou a levar as velas bentas”.






Nenhum comentário:

Postar um comentário