sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Acidente entre carro e motocicleta deixam dois sãovicentinos feridos na BR 230


Foto ilustrativa da internet
Atualizado às 18h32min

São Vicente do Seridó - PB: Dois sãovicentinos sofreram um acidente quando um veículo colidiu com uma motocicleta na BR 230, próximo a praça do Meio do Mundo, na tarde desta sexta feira 19, sentido Campina Grande - PB/Soledade -PB.

Segundo informações apuradas pelo São Vicente Agora, as duas vítimas, estavam voltando de Campina Grande, onde trabalham como pedreiros, e acabaram se acidentando na rodovia.

As vítimas, Adriano Lima e seu sogro Salatiel Alcântara, seguiam de moto para São Vicente do Seridó, no Seridó Oriental paraibano, onde residem. Adriano sofreu apenas escoriações e seu genro Salatiel, possivelmente quebrou o fêmur esquerdo.

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Segundo informações, o automóvel saíra de uma estrada vicinal e teria entrado na rodovia repentinamente. Ele era dirigido por um ex-prefeito de Soledade, que segundo populares, se evadiu do local abandonando o carro, sem prestar socorro às vítimas.

Os motociclistas foram socorridos pelo SAMU e conduzidos para o Hospital de Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes em Campina Grande, mas não correm risco de morte.

Adriano sofreu apenas escoriações
(Foto reprodução Facebook)

Salatiel possivelmente quebrou 
o fêmur esquerdo
(Foto reprodução Facebook)








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Jovem pode ser preso por publicar vídeo de sexo com a ex-namorada

MPF diz que provas são claras

Segundo a garota, o vídeo foi gravado na casa de um amigo do denunciado e ela chegou a pedir para que ele apagasse, o que não ocorreu.

Um estudante de João Pessoa foi denunciado pelo Ministério Público Federal por ter publicado um vídeo de sexo contendo cena pornográfica envolvendo a ex-namorada. De acordo com a vítima, que é menor de idade, os dois mantiveram relacionamento amoroso entre 26 de novembro de 2012 e abril de 2013. A informação foi divulgada pelo MPF nesta sexta-feira (19).

Na denúncia, o MPF expõe que no inquérito policial consta que o denunciado gravou a cena praticando sexo com a adolescente provavelmente em janeiro de 2013 e, após o término do namoro, divulgou o conteúdo em páginas na internet e no WhatsApp em meados de novembro e dezembro do mesmo ano. Em 18 de dezembro, a jovem tomou conhecimento do vídeo que estava circulando pelas redes sociais.

A vítima procurou a Polícia Federal e o MPF foi acionado, com provas de que o conteúdo estava livre nas redes sociais, com expressões que causavam constrangimento para ela.

Segundo a garota, o vídeo foi gravado na casa de um amigo do denunciado e ela chegou a pedir para que ele apagasse, o que não ocorreu.


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Segundo o MPF, o jovem assumiu que gravou o vídeo e o repassou para uma amiga, com a condição de que ele seria apagado depois, mas para o MPF, a tese de que o estudante propagou o vídeo foi, inclusive, comprovada pelo referido amigo que cedeu a casa e também viu o material.

Com isso, o MPF constatou que ficou "provada a divulgação, pelo denunciado, do vídeo, com clara intenção de denegrir a imagem” da adolescente, “em represália ao fim do namoro entre ambos”.

Diante do exposto, o MPF pede que a Justiça condene o rapaz a pena de quatro a oito anos de reclusão e multa, conforme artigo 240 da Lei n.º 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente). 

O artigo prevê punição para quem produzir, reproduzir, dirigir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, cena de sexo explícito ou pornográfica, envolvendo criança ou adolescente. 

Também pede-se a condenação de três a seis anos de reclusão e multa, com base no artigo 241-A da referida lei combinado com artigo 69 do Código Penal (concurso material).








Portal Correio

Foto reprodução Portal Correio
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PNAD: Mais de 1,5 milhões de pessoas passam fome na Paraíba

Rizemberg Felipe

 

Insegurança alimentar considerada grave, que é quando a pessoa não tem o que comer, afeta 521 mil pessoas no Estado e os homens são as principais vítimas.
Na Paraíba 1,592 milhão de pessoas convivem com restrição de alimentos ou privação de alimentos e passam fome. A falta de comida nos domicílios paraibanos afeta principalmente as mulheres (811 mil) e as pessoas na faixa etária entre os 18 e 49 anos. Esse 'raio-X' da fome coloca o Estado como o sexto do Nordeste com população nessa situação e integra a Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar 2013 – Insegurança Alimentar divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, as vítimas de insegurança alimentar vivem em 443 mil domicílios e em 41 mil destes a insegurança é considerada grave. Mas os dados apontam que o número de pessoas que sofrem com insegurança alimentar na Paraíba caiu 5,12%, no período de 2009 para 2013, saindo de 1,678 milhão de pessoas em situação de insegurança alimentar, em 2009, para 1,592 milhão, no ano passado. Isso mostra que 86 mil pessoas deixaram de passar fome no Estado.

Já se compararmos os anos de 2004, que tinha 2,136 milhão de pessoas com insegurança alimentar, até o ano passado, a redução chega a 25,4%, que representa 544 mil pessoas que saíram dessa situação.

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Conforme a pesquisa, na Paraíba predomina a insegurança alimentar de grau leve, com 1,071 milhão de pessoas, sendo 559 mil mulheres. Já a insegurança alimentar grave, quando a pessoa não tem o que comer, afeta 521 mil pessoas no Estado e os homens são as principais vítimas (269 mil).

Quanto à faixa etária dos moradores com insegurança alimentar de nível moderado ou grave, os dados mostram que 39 mil crianças, de 0 a quatro anos, passam fome na Paraíba. Já 120 mil crianças e adolescentes dos cinco aos 17 anos estão nessa situação. Outra realidade preocupante é que 242 mil pessoas dos 18 aos 49 anos também estão nesta situação.

RISCOS

A falta de alimentação adequada e até mesmo a privação da alimentação representa em uma série de danos ao organismo e, no caso de crianças e adolescentes, afetam o desenvolvimento psíquico e físico, resultando em sequelas ao longo da vida. Segundo a nutricionista Ana Paula Leal, a carência nutricional tem como principais consequências a imunidade baixa, dificuldades de aprendizado e locomoção, além de vulnerabilidade a outras doenças por falta de vitaminas e minerais.

“Pela falta de alimentação, o corpo começa a utilizar as próprias reservas de energia, mas vai chegar um momento em que a pessoa não aguenta e terá dificuldades. Ela pode andar mais lentamente, não se desenvolver fisicamente como deveria e ficar vulnerável à doenças. Se a pessoa permanece por muito tempo nessa situação ela pode até melhorar, mas será a longo prazo”, alertou.

Para o doutor em saúde coletiva e pesquisador da Universidade Federal da Paraíba Rodrigo Vianna, a situação de insegurança alimentar na Paraíba também está ligada à qualidade dos alimentos consumidos pela população. “Hoje temos observado uma diminuição da qualidade da alimentação e esta mudança esta sendo feita na direção de dietas obesogênicas, alimentos mais baratos, com alta densidade energética, muito açúcar, sal e gordura e com uma massiva carga de publicidade”, explicou.

O professor lembrou ainda que o Estado alcançou uma melhora com a redução das famílias em insegurança alimentar e que para a projeção continuar positiva são necessárias melhorias no acesso à água, educação, saúde e melhoria de renda. “O enfrentamento da insegurança alimentar é uma ação de inclusão social”, frisou Vianna.

FOME NÃO ESPERA

O presidente do Conselho de Segurança Alimentar da Paraíba (Consea-PB), Arimatéa França, informou que a entidade encaminhou as diretrizes para a elaboração do Plano Estadual de Segurança Alimentar ao governo do Estado, mas o documento não foi concluído. Por sua vez, a secretária estadual de Desenvolvimetno Humano, Aparecida Ramos, informou que a comissão responsável pela elaboração do Plano ainda está em formação e lembrou que o Estado dispõe de projetos de combate à fome, como os restaurantes populares, Programa Pão e Leite e Programa de Aquisição de Alimentos. "Somente os quatro restaurantes mantidos pelo Estado servem 4 mil refeições diárias.

Acredito que estamos caminhando para a erradicação da insegurança alimentar e para isso precisamos nos articular mais com os municípios e persistir nos programas que já desenvolvemos", frisou Aparecida.








Jornal da Paraíba
Foto Rizemberg Felipe
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Seridó Oriental paraibano: Criança tem 45% do corpo queimado com água quente

 
Na noite da última quarta-feira (17) uma criança de 11 meses teve 45% do seu corpo queimado com água quente na cidade de Baraúna, no Seridó Oriental paraibano.

O fato se deu quando a mãe preparava uma sopa com macarrão instantâneo, e num momento de distração da genitora, a criança derrubou sobre si a panela em que a comida estava sendo preparada, provocando as queimaduras.

Socorrida pela família para o Hospital Regional de Picuí  - PB onde recebeu os primeiros atendimentos e uma equipe do SAMU foi acionada para transportar a criança para o Hospital de Trauma de Campina Grande - PB.


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A enfermeira utilizou a técnica chamada de Canguru, onde a mesma mantém a criança sobre seu colo, enquanto isso o médico vai hidratando a criança com soro durante toda a viagem.

A criança passa bem e não corre risco de morte.








Click Picuí
Foto reprodução Facebook 
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AESA diz que Sertão, Cariri e Curimataú da PB terão chuvas irregulares em 2015


Tendência é que a pluviosidade fique em torno da média histórica. 

AESA apresentou relatório de previsão climática de 2015.

As perspectivas climáticas para as regiões do Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú da Paraíba indicam que as chuvas serão irregulares, tanto espacial quanto temporalmente. A informação é do relatório de previsão climática apresentado por meteorologistas da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (AESA) nesta quinta-feira (18). A previsão é para os meses de janeiro, fevereiro e março de 2015.

A síntese do relatório mostra que não há previsão de um período “extremamente chuvoso” ou “extremamente seco” no primeiro trimestre de 2015. De acordo com o documento, a tendência é que a pluviosidade fique em torno da média histórica. “Não podemos fazer nenhum prognóstico definitivo nesse momento. Dependemos de vários fatores meteorológicos que, certamente, vão interferir nas chuvas para esse período”, salientou a meteorologista da AESA, Marle Bandeira.

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Com a irregularidade apontada para as chuvas do Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú, algumas localidades poderão receber uma previsão de chuva maior que outras. Marle Bandeira explica que a distribuição de chuvas dependerá dos sistemas meteorológicos , como os vórtices ciclônicos em ar superior. “Não dá para prevermos ainda de que modo esses sistemas vão se comportar. Porém, o que podemos afirmar é que, quando bem posicionados e desenvolvidos, provocam chuvas intensas em várias áreas”.

De acordo com a AESA, as regiões do Litoral, Agreste e Brejo têm o quadrimestre mais chuvoso nos meses de abril a julho. Por isso, a previsão para essas regiões devem ser divulgadas em março do próximo ano.







G1 PB
Foto ilustrativa da internet 
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